segunda-feira, 24 de junho de 2013

CORRUPÇÃO E PEC 37

Iniciados com a intenção de diminuir os preços dos transportes em quase todo o Brasil, os protestos se deslocaram para o combate à corrupção e contra a PEC 37.
A corrupção em nosso País é uma questão que revolta, principalmente porque quando descoberta são objeto de acordos espúrios, onde os acusados se ameaçam e os assuntos são resolvidos sem a dimensão que deveriam ser alcançados.
Na CPI para investigar as acusações que envolviam o contraventor Carlinhos Cachoeira, o ex-senador cassado Demóstenes Torres (DEM-GO), o governador de Goiás Marconi Perillo (PSDB-GO), e a Delta Construções, presidida por Cavendish, flagrado em comemoração em Paris com o governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PMDB), o contraventor foi preso e aguarda julgamento em liberdade, Demóstenes foi cassado e até afastado do Ministério Publico de Goiás.
Na CPI aberta constavam os nomes de Carlinhos Cachoeira, Demóstenes Torres e do governador Marconi Pirillo.
Porque o governador Marconi Pirillo foi afastado das investigações? 
A acusação que surgiu na época foi de que o PSDB exigia a inclusão do Governador Sérgio Cabral no inquérito, pelas ligações com Cavendish e porque a Delta mantinha vários contratos com o Estado do Rio de Janeiro.
Para excluir Marconi Pirillo (PSDB) e Sérgio Cabral (PMDB) teria havido um acordo entre os dois partidos.
Provavelmente, e isto é o que o povo deseja, quando os contratos da Delta com muitos estados de nosso Brasil forem investigados, todos terão que responder, inclusive os governadores de Goiás e do Rio de Janeiro.
Hoje surge na imprensa o que foi falso lançado no Facebook, entre os quais um que convoca para uma greve geral em São Paulo se a tarifa não baixar e outro que pede o impeachment da Presidente Dilma Rousseff.
No caso da Presidente Dilma Rousseff nada justifica tal pedido, uma vez que ela não deixou de tomar as atitudes cabíveis em todos os casos em que foram colocados sob suspeita funcionários do governo, todos afastados, o pedido de impeachment faz parte da estratégia de radicais da oposição, em nenhum momento líderes importantes do PSDB, DEM e PPS(MD) participaram desta irresponsabilidade.
A PEC 37 é um equívoco, talvez provocado pelo entendimento de acusados do 
mensalão de que o Ministério Publico, se não tivesse  esta prerrogativa, os favoreceria.
Quem já acompanhou um júri, já presenciou a atuação do promotor, que usa de todos os argumentos no sentido de julgar procedente a ação e condenar o réu.
No caso do mensalão o Ministério Publico usou dos seus poderes acusatórios, o que deveria ser objeto das considerações do relator, no caso o Ministro Joaquim Barbosa que, equivocadamente, não relatou o conteúdo das acusações mas corroborou, ratificou e colocou mais rigor no conteúdo daquilo que era o objetivo do MP, o que obrigou o Ministro Lewandovski, revisor, quase que tornar-se um defensor dos acusados, já que o Ministro relator fez o papel do promotor.
A PEC 37 não vai passar porque o povo brasileiro não quer, principalmente neste momento em que todos desejam o fim da corrupção, diminuir o poder de investigação.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

UM NOVO BRASIL




A moçada condenou todos os símbolos de poder


Coluna Econômica - 19/06/2013

Um a um, os principais agentes políticos do velho modelo curvaram-se à voz das ruas, da moçada do Movimento Passe Livre (MPL).
Primeiro, os grandes órgãos de mídia. De “baderneiros”, “guerrilheiros urbanos”, tornaram-se, não mais que de repente, jovens idealistas, a voz da classe média etc.
Depois, os governantes. Das declarações taxativas contra o que reputavam “baderna” para declarações afáveis e a garantia de que os protestos poderiam continuar.
Do meio do alarido desconexo, surgiram duas vozes referenciais do velho modelo – os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Lula – avalizando os protestos.  Seguiram-se as declarações da presidente Dilma Rousseff, de consideração pelo movimento.
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Há um corre-corre febril de interpretação das manifestações, cada qual pretendendo puxar a brasa para a sua sardinha.
Mas, inegavelmente, o movimento foi contra toda a estrutura de poder existente – do Executivo aos grandes grupos de mídia, do Congresso aos grandes partidos políticos e também aos pequenos (manifestantes queimaram bandeiras do PSTU e PSOL). Sobrou até para a UNE (União Nacional dos Estudantes), que desapareceu.
Na última manifestação, na segunda-feira passada, os jovens não estavam mais sozinhos. Muitos pais, profissionais liberais, funcionários públicos, trabalhadores, pessoas há décadas enferrujadas das manifestações de rua, aderiram ao movimento.
Afinal, contra o quê é o movimento? É contra tudo. E não se considere que esse “tudo” signifique um anarquismo inconsequente. Significa que a moldura institucional do país não cabe mais no organismo social brasileiro.
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É algo cíclico, agora turbinado pelo fenômeno das redes sociais.
Logo após Franco Montoro eleito governador de São Paulo, houve explosões populares no centro e na frente do próprio Palácio dos Bandeirantes. Democrata exemplar, Montoro levou balas perdidas resultado da impaciência de quem não aguentava mais o quadro institucional anterior.
Algum tempo depois, aquela impaciência resultou na campanha das “diretas, já”.
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O segundo movimento foi na campanha dos “caras pintadas”, que resultou na queda de Fernando Collor. A explosão ocorreria de qualquer maneira. Havia uma nova geração em campo, uma rapaziada que não participara das lutas contra a ditadura, mas sedenta por participação.
Embora até o último momento Collor mantivesse respeito pela Constituição, seu porte arrogante calou fundo na jovem classe média que se formava.
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Agora, vê-se o terceiro movimento.
Nos últimos anos, a disputa PT x PSDB esgotou a paciência do último cristão. Do lado do PT, um pragmatismo excessivo, de compor com setores retrógrados, com fisiologistas da pior espécie. Do lado do PSDB, a terceirização da oposição a uma mídia sem limites, beirando o golpismo. Do lado da mídia, essa manipulação de ressuscitar fantasmas da guerra fria.
Nas redes sociais, de ambos os lados uma virulência sem limites, com ataques pessoais, assassinatos de reputação, ações orquestradas.

E a rapaziada apartidária – mas não apolítica – observando tudo, trocando impressões entre si e gradativamente formando a sua própria opinião. E sua opinião explodiu na forma de condenação geral ao modelo de poder.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

O MOMENTO BRASILEIRO

Sou aposentado e se fosse analisar os governos pela situação dos aposentados só faria criticar, pois desde Fernando Henrique Cardoso somos considerados culpados e penalizados pelo déficit da Previdência, quando na realidade o que aconteceu foram desvios de todas as maneiras, aposentadorias fraudulentas, tratamentos inexistentes em pacientes já falecidos e outros.
Não faço críticas por ódio a ninguém, procuro analisar a situação do País friamente, pelo que vem sendo feito de uma maneira geral em benefício do povo brasileiro e não pelo que acontece comigo, aposentado.
Quando vencemos a disputa com diversos países interessados e trouxemos a Copa do Mundo e as Olimpíadas para o Brasil o povo brasileiro ficou eufórico, bateu palmas, porque ficou evidenciado o respeito que nosso País conquistou, por atitudes responsáveis, enfrentando de maneira mais competente a crise que assola países considerados até pouco tempo mais poderosos que o nosso.
Quando o Brasil investiu em Cuba e perdoou a dívida na África a atitude foi considerada equivocada, quando se sabe que ninguém esta dando nada, é uma situação que tem contrapartida, promoverá a abertura de negócios que trarão vantagens para nosso País.
Quando os Estados Unidos nos emprestavam bilhões de dólares por acaso estavam nos dando alguma coisa? Pelo contrário, nos cobravam juros altíssimos e visavam lucros.
O Brasil hoje tem mais de 300 bilhões de dólares de reserva para ficar de "prontidão" para enfrentar a crise global, verba esta que poderá ser utilizada para qualquer eventualidade.
Portanto, acusar o governo brasileiro de estar deixando de lado o atendimento à saúde e educação publicas faz parte apenas de "discurso" da oposição, que não soube melhorar a situação do País nestas áreas, veja-se só o caso da mortalidade infantil, que diminuiu muito nos governos Lula/Dilma.
Não estamos dizendo que a Presidente Dilma não tem que "achar a porta" e resolver esta situação, mas não é por culpa da Copa do Mundo, não é por culpa das Olimpíadas, é uma questão que se arrasta a 50 anos e não é, também, por falta de dinheiro.
A falta de solução nos dias de hoje é a mesma que foi enfrentada por Fernando Henrique Cardoso e os partidos que o apoiaram e não resolveram, era pior.
A democracia permite a critica que quando busca pressionar legitimamente para uma solução deve ser respeitada.
Pela mobilização popular contra os aumentos de passagens de ônibus o povo, exercendo o seu direito, foi para as ruas expressar o seu descontentamento, mas a oposição, procurando "surfar na onda", busca atingir o governo federal, que esta longe de poder ser responsabilizado, esta muito mais para os estados e municípios.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

JOAQUIM BARBOSA DESGASTADO

Barbosa se desgasta e Dilma escolhe Barroso para rever erros do ‘mensalão’

26/5/2013 15:34
Por Redação - de Brasília e Londres

Joaquim Barbosa
Joaquim Barbosa começa a ser desgastado pela mesma mídia conservadora que o incensou
A escolha do jurista Luís Roberto Barroso para o Supremo Tribunal Federal (STF) foi a solução encontrada pela presidenta Dilma Roussef para corrigir os erros apontados por advogados e especialistas políticos no julgamento da Ação Penal (AP) 470, conhecido como ‘mensalão’. A análise é do jornalista Paulo Nogueira, baseado em Londres, fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo, em artigo publicado neste domingo.
O editor questiona: “O que você faz para resolver um problema e não criar outro?” E responde:
“Bem, no caso do STF, você nomeia Luís Roberto Barroso.
“Barroso resolve o problema do ‘mensalão’. Sua chegada ao Supremo muda o cenário no momento fundamental dos recursos.
“Desfaz-se o estado de espírito anti-réus que dominou o STF, e que por um momento pareceu que levaria Zé Dirceu à cadeia.
“(Quem não se lembra do relato de Mônica Bergamo, na Folha, sobre o dia em que Dirceu fez as malas à espera de que o levassem pela madrugada?)
“Joaquim Barbosa, o grande derrotado na nomeação, agora é minoritário, e é uma benção que seja assim, tamanha a inépcia grosseira, pedante e autoritária do ex-Batman.
“A segunda etapa do julgamento – aquela, sabemos agora, que será a definitiva – quase que começa do zero. Dirceu pode desfazer a mala, se já não desfez.
“As sentenças extraordinariamente rigorosas comandadas por Barbosa, e alinhadas com a mídia, vão sofrer uma enorme redução.
“Teses como a Teoria do Domínio do Fato, pela qual você pune sem provas, voltarão ao ostracismo.
“Será difícil, como aconteceu, condenar alguém com base em denúncias de jornais e revistas – a maior parte delas sem comprovação.
“Barroso trouxe isso a Dilma – a certeza de que ela não terá que aturar a expressão de sarcasmo vitorioso de Barbosa, tão bem captada por um fotógrafo no funeral de Niemeyer.
“Para os repórteres, Dilma disse que a nomeação nada teve a ver com o ‘mensalão’, mas chamo aqui Wellington para comentar: quem acredita nisso acredita em tudo.
“É um pastelão, é verdade – mas o final é melhor que o começo, tamanhas as barbaridades dos juízes no ‘mensalão’.
“Dilma, com Barroso, resolve também um problema, como foi dito acima.
“Ela poderia enfrentar muitas críticas da mídia com a indicação. Com Barroso, ela neutralizou o maior foco das críticas: as Organizações Globo. Monopolista como a Globo é, você ganha a aprovação dela e o resto está feito no capítulo das relações com a mídia.
“Barroso é amigo da Globo. Foi advogado da Abert, a associação que defende os interesses da Globo. Conforme mostrei num artigo anterior, chegou a escrever um artigo em que defendia a reserva de mercado para a Globo. (Os argumentos eram ridículos: até Mao Tsetung era invocado como um risco. Mas o fato é que ele escreveu o artigo e ele foi publicado no Globo.)
“Portanto: você não vai ver Jabor, Merval, Ali Kamel, Míriam Leitão ou quem quer que seja na Globoatacando Barroso agora ou, um pouco depois, em suas intervenções no julgamento dos recursos.
“A família Marinho gosta dele: então seus vassalos também gostam. Gostam muito.
“São todos papistas, para usar a expressão pusilânime e servil com que o ex-diretor do GloboEvandro de Andrade se insinuou a Roberto Marinho quando quis o cargo.
“Faço o que o senhor mandar, disse Evandro. É o que todos ali fazem, basicamente.
“Barroso só não resolve o problema dos brasileiros de ter um Supremo patético – mas nada é perfeito”, afirma o articulista.
Desgastado
Antes elogiado pela mídia conservadora e pautado em capas e reportagens laudatórias nos principais veículos ligados à direita brasileira, o presidente do STF e relator da AP 470 começa a ver sua imagem pública começar a ser desgastada por este mesmo caudal de notícias. O diário conservador paulistano Estado de S. Paulo, neste domingo, aponta esta tendência ao afirmar que Joaquim Barbosa teria comprado uma briga com “bancos, partidos políticos, parlamentares, juízes, associações de classe, advogados, imprensa e os colegas de tribunal”. Segundo o diário, Barbosa “espargiu, em seis meses de mandato, críticas a várias instituições. Recebeu apoio em algumas dessas críticas, mas, ao mesmo tempo, coleciona notas de desagravo, embates em plenário e censuras, mesmo que reservadas, de colegas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e de ministros do Supremo”.
“De novembro, quando assumiu a presidência do tribunal e do Conselho Nacional de Justiça, até agora, perguntou jocosamente se os advogados não acordam apenas às 11h da manhã, afirmou que bancos são lenientes ao combater a lavagem de dinheiro, disse que associações juízes agiram de forma sorrateira ao apoiar a criação de novos tribunais federais e reclamou que os grandes jornais brasileiros são conservadores. Isso sem falar na última estocada ao Congresso e aos partidos políticos ‘de mentirinha’. Em resposta, coleciona notas de associações da magistratura e da advocacia, e críticas de parlamentares. São adjetivos como ‘preconceituoso’, ‘generalista’, ‘superficial’ e ‘desrespeitoso’, ou afirmações de que ‘não tem apreço pela democracia brasileira’, ‘não tem equilíbrio’, ‘não tem condições de presidir o Supremo’. Reservadamente, um dos colegas disse que Joaquim Barbosa quer ser a ‘palmatória do mundo’. No CNJ, conselheiros afirmam que as críticas do presidente não deixam transparecer as dificuldades de sua gestão”, afirma o jornal.
Ainda segundo o texto, publicado neste domingo, “alguns programas, como a Estratégia Nacional de Segurança Pública, que visa a combater a impunidade nos casos de homicídio, estão em marcha lenta. Os atritos com o Congresso e o centralismo de suas decisões o deixaram à margem da tramitação de propostas do interesse do Judiciário. Ele mesmo reclamou que não sabia do projeto que criava três novos tribunais no País. Com isso, outros ministros têm ocupado o espaço por ele deixado. Integrantes do governo mantêm diálogo direto, por exemplo, com Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski”.
– Temos partidos de mentirinha. Nós não nos identificamos com partidos que nos representam no Congresso, nem tampouco esses partidos e seus líderes têm interesse em ter consistência programática ou ideológica. Querem o poder pelo poder. O Congresso é inteiramente dominado pelo Poder Executivo. As maiorias, as lideranças do Executivo que operam fazem com que a deliberação prioritária do Congresso seja sobre matérias do interesse do Executivo – disse Barbosa em palestra, na última segunda-feira. E estendeu as críticas ao Legislativo.
“As reações foram imediatas”, lembra o artigo, “e partiram dos presidentes da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Barbosa tentou amenizar as críticas, dizendo que falava como professor, mas não conseguiu. Até porque este não era seu primeiro ataque ao Parlamento. ‘Interna corporis’. Ao longo do julgamento do mensalão, acusou o colega, Ricardo Lewandowski, de ser advogado de defesa dos réus e protagonizou discussões com outros colegas. E voltou suas críticas para a própria Corte.
– Cada país tem o modelo e o tipo de Justiça que merece. Justiça que se deixa agredir, se deixa ameaçar por uma guilda ou membro de determinada guilda, já sabe qual é o fim que lhe é reservado. (…) Lamento que nós, como brasileiros, tenhamos que carregar ainda certas taras antropológicas como essa do bacharelismo – afirmou o ‘crítico-geral da Nação’, como o classifica agora o diário ligado à direita.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

CONQUISTAS BRASILEIRAS


Disputando com inúmeros países, o Brasil conquistou o direito de realizar a Copa do Mundo de Futebol de 2014 e as Olimpíadas e Paraolimpíadas de 2016, não foi "de graça", a disputa foi acirrada.
O Brasil acaba de emplacar Roberto Azevedo para a Organização Mundial do Comércio - OMC, com quase 100 votos do total de 159, a África votando em peso com nosso País, além da Ásia e América Latina, contra os votos dos Estados Unidos e Europa.
Nós deixamos de ser um País de terceiro mundo, somos a sétima economia mundial, cujo sucesso vem atraindo pessoas em busca de trabalho, assim como investimentos mundiais.
Mas porque estas conquistas?
Até o governo do Presidente Fernando Henrique Cardoso nós vivíamos sob a "tutela" dos Estados Unidos da América, toda nossa economia passava pelo "tio sam" e obedecíamos as orientações do FMI, que foram, com o tempo, comprovadamente perniciosas, sempre nos trouxeram prejuízos incalculáveis.
Com as mudanças acontecidas de 2003 em diante foram sendo rompidas as "amarras" e abertos mercados independentes que nos colocaram como emergentes, agindo juntamente com a Rússia, Índia e China, permitindo que, de devedores, pagando juros abusivos, nos tornássemos credores do FMI.
Os contatos que o governo brasileiro fez com a África e Ásia estão trazendo retornos comerciais e financeiros muito positivos para o Brasil, que proporcionaram a vitória de Roberto Azevedo sobre o candidato mexicano para a presidência da OMC, posição estratégica muito importante para alavancar nossa economia.
O Brasil, ao deixar de comprar nossas plataformas marítimas para a prospecção de petróleo do Japão, construindo-as aqui no Brasil, abriu um mercado de trabalho que até permitiu trazer de volta os brasileiros de origem japonesa que tinham emigrado para aquele País.
O programa "Minha Casa Minha Vida" também não esta deixando nenhum profissional da construção civil sem oportunidade de trabalho, com projetos como este o Brasil nos dias de hoje é um País com a menor taxa de desemprego de todos os tempos.
Ontem lemos uma matéria do jornalista Alexandre Garcia, onde faz uma análise diminuindo as responsabilidades das elites nos "anos de chumbo", criticando aqueles que lutaram contra a ditadura, como se os governantes que mandaram no Brasil de 1964 até a abertura foram quase "uns anjos" e a oposição "demônios".
Mas quem é Alexandre Garcia? Foi porta-voz do último governo da ditadura, do general Figueiredo e claro desde seu fim, contratado pelas Organizações Globo.
Alexandre Garcia, juntamente com Brito, que depois foi eleito governador do Rio Grande do Sul, aliás um mau administrador, apenas por ter noticiado a morte do Presidente Tancredo Neves, foi a dupla que entrevistou pela primeira vez na rede Globo o ex-governador Leonel de Moura Brizola, pressionando de forma até anti-ética, para que Brizola dissesse como resolveria os problemas do Brasil, deixados pelos golpistas, eu vi e ouvi indignado a entrevista.
Ontem o candidato do PSDB/DEM/PPS diz que o governo "se contenta com a administração da pobreza", como se nossa economia não estivesse atravessando um bom momento comparada, principalmente, com a crise que sofre a Europa e os Estados Unidos, quem não soube resolver
Mas com certeza também, as questões sociais veem sendo muito bem enfrentadas pelo governo, com o Bolsa Família e os aumentos salariais acima da inflação aumentando a demanda que faz que até o comércio atravesse um bom momento.
Discursos catastróficos não abalam o brasileiro que esta mais politizado, esta deixando de lado o "complexo de vira-lata", criticado pelo Compadre Zeno Otto.
Se desejam fugir destes que só falam mal do Brasil acessem blogs independentes e vejam o outro lado, de Nassif, Paulo Henrique Amorim, Correio do Brasil, Sr. Com do Compadre Zeno Otto, Vi o Mundo e o meu domarcondes.blogspot.com, que não ganho nada com isto mas defendo meus pensamentos por ideologia.